Vinho orgânico ou biodinâmico

(Foto: Pixabay)

Quem aprecia vinho tem suas preferências óbvias. E muitos simpatizam ou já mudaram seu estilo de vida para um modo sustentável de ser, com preocupaçõ(Foto: Pixabay)es ambientais, impaciência com a demora dos governos em fazer valer políticas públicas para conter o aquecimento global e diminuir a poluição, além de aumentar as áreas verdes em sítios urbanos e até no crédito de carbono.

Dois tipos de vinhos estão nas prateleiras que podem satisfazer o paladar apurado desse novo tipo de consumidor.

O vinho orgânico

O processo de vinificação de um vinho orgânico é idêntico ao comum. A diferença é a pureza da matéria prima. A viticultura orgânica é um sistema de plantio que se baseia não só na videira, mas também na interação com a fauna e a flora do ambiente, sem defensivos químicos e utiliza sua biodiversidade no controle de pragas.

Já o vinho biodinâmico é orgânico, mas nem todo orgânico é biodinâmico. Isso porque  trabalha a cultura orgânica somada ao cosmo e a astrologia. O cultivo leva em conta as fases da lua, as estações do ano  para determinar o plantio, poda e colheita. Quase homeopático, dizem os especialistas.

É possível produzir vinhos orgânicos e biodinâmicos com todos os tipos de uvas. O que não é sempre possível é produzir em qualquer ambiente, por conta do nível de pluviosidade e fungos em decorrência da umidade excessiva.

No Brasil, a certificação mais famosa é a Orgânico Brasil, que diversas vinícolas já possuem. No exterior as confiáveis seriam IMO, para os vinhos orgânicos e Demeter, para os  biodinâmicos.

Com informações Exame

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Walter Santos é jornalista, diretor de tv e especialista em energia.